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O empresário revela que o novo produto utilizado na limpeza das peças está de acordo com a legislação e não necessita de uso luvas. As baterias que não funcionam mais também são recolhidas pelo fabricante que se encarrega em dar a destinação correta a esses produtos. “O maior problema que temos hoje para reciclar é o filtro de óleo. Como não há nenhuma iniciativa por parte dos fabricantes em fazer a coleta, o grupo paga para a mesma empresa que retira o óleo usado e outros resíduos para dar a destinação correta ao filtro de óleo, reaproveitando todas as partes (papel, óleo e carcaça). As
oficinas também construíram caixa de contenção
com separação para óleo. O resíduo gerado
é recolhido por uma empresa especializada em reciclagem.
O empresário explica que o trabalho é coordenado pelo
diretor técnico do SINDIREPA-SP, Antonio Gaspar de Oliveira,
tendo como meta atingir o padrão estabelecido pelo CADRE
– Certificado de Destinação Industrial de Resíduo
– fornecido pela CETESB. Mais
informações:
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