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O mercado de reposição é o responsável pela manutenção de quase 90% dos veículos que circulam no País. E olha que não são poucos, a frota estimada ultrapassa os 25 milhões de unidades, considerando veículos comerciais, de passeio e também motocicletas. Com isso, as empresas que fazem parte dessa cadeia de atendimento movimentam todo ano um montante de aproximadamente R$ 50 bilhões e empregam mais de 800 mil pessoas. Bastante, não? Mas isso não significa que esse mercado ainda não possa crescer mais. Pelo menos é nisso que crê os membros do GMA, anteriormente conhecido como GPE, criado pelas principais entidades que representam o setor de reposição automotiva: Sindipeças, Andap, Sincopeças-SP e Sindirepa-SP. “Com ações que conscientizam donos de carros sobre a importância de realizar a manutenção preventiva e que facilitam a obtenção de crédito para que o reparo do veículo seja pago, acreditamos poder aumentar o faturamento desse mercado em torno de 8%”, afirma Werner Odenheimer, coordenador executivo do GMA e coordenador do mercado de reposição do Sindipeças. Ações Para que o crescimento do setor seja viável e envolva toda a cadeia, os integrantes do GMA traçaram um tripé estratégico que orientarão todas as suas ações. Os três pontos focados são: geração de demanda, imagem do setor e gestão política (veja quadro com explicação de cada uma delas). “Com os objetivos já traçados, trabalharemos agora para que as idéias saiam do papel e beneficiem não apenas a cadeia, mas toda a sociedade”, diz o coordenador executivo do grupo. Primeiro acerto Antes de colocar em prática seu tripé estratégico, o GMA resolveu pôr ordem na casa e solicitou à ABNT, que criasse a norma nº 15.296:2005, que define os termos utilizados para autopeças. Assim, aquela velha história de não saber o que é uma peça original, recondicionada, remanufaturada, entre outras, acabou. Também entrou em desuso termos como o “peça-paralela”, que dava uma conotação ruim às peças de reposição e não orientava o dono do carro. “O consumidor deve saber exatamente o que está comprando e tanto o vendedor quanto o reparador precisam observar rigorosamente o que dizem os artigos 21, que obriga a especificação dos componentes comercializados, e descritivo do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078)”, explica Odenheimer. Veja as definições da ABNT no site do Sindipeças: www.sindipeças.org.br.
Geração
de demanda: Imagem do setor: Gestão
política: Fonte: Revista
Mercado Automotivo
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